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Tudo que é novo dá medo!

  • Foto do escritor: Carolina Huck
    Carolina Huck
  • 23 de abr. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 6 de mai. de 2025


Você já teve muito medo de começar algo novo e, com o tempo, aquilo foi ficando tão automático que hoje você faz quase de olhos fechados? Pois é... esse processo é mais comum do que parece.

Eu me chamo Carolina, sou psicóloga clínica e professora universitária, e escrevo aqui para dividir contigo alguns insights sobre psicologia, filosofia e espiritualidade — sempre a partir das experiências que vou vivendo. Sabe por quê? Porque eu acredito que a vida pode ser muito, mas muito mais!


O medo do novo é humano

Tudo que é novo dá medo, né? É natural. O novo nos exige presença, energia, tempo. Aprender algo pela primeira vez nos tira da zona de conforto e nos convida a desenvolver novas habilidades. E, vamos ser sinceros, nem sempre estamos dispostos ou confiantes o suficiente para topar esse desafio.

Às vezes nos falta paciência. Outras vezes, coragem. E quase sempre, a tal da comparação aparece para atrapalhar ainda mais. A gente olha para o outro, vê tudo fluindo, e pensa: “não dou conta disso, não é pra mim”.

Mas olha só: ninguém nasce sabendo. Nenhum ser humano chegou pronto. Todos nós já fomos bebês tropeçando nos primeiros passos. E tudo aquilo que você hoje admira em alguém — seja tocar um instrumento, falar em público ou simplesmente se organizar melhor — também foi, um dia, novidade e desafio para essa pessoa.

A verdade é que paciência e coragem andam lado a lado com os grandes aprendizados da vida.


Um exemplo simples (e real)

Esses dias tive um daqueles momentos em que a vida ensina com leveza: estava tirando minha lente de contato... no escuro. Sim, no escuro! E com a maior destreza, como se fosse a coisa mais simples do mundo.

Lembrei imediatamente de mim mesma, dois anos atrás, dizendo com todas as letras: “lente de contato não é pra mim! Esse negócio de enfiar o dedo no olho? De jeito nenhum!”

E cá estou eu hoje, rs. Um detalhe do cotidiano que me lembrou o quanto a prática vence o medo.


O medo nunca desaparece — ele só muda de forma

Quantas coisas você já morria de medo de fazer e hoje são parte da sua rotina? Talvez dirigir, andar de bicicleta, mudar de cidade, começar um novo trabalho... Eu mesma tinha medo de tudo isso. Inclusive de exercer a psicologia! E hoje, pasme, estou aqui escrevendo sobre isso com você.

A real é que o medo nunca some de vez. Ele se transforma. Cada vez que a gente vence um desafio, vem outro novo nos esperando na curva. É assim que a vida funciona — e, se pensarmos bem, ainda bem que é assim. Sinal de que estamos em movimento.

E diante desse novo medo, desse novo “dragão”, costumo me lembrar de uma frase que me sustenta: “Se alguém já fez, eu também sou capaz.”

Se outro ser humano conseguiu, por que não tentar? Agora, se ninguém nunca fez… aí já não sei, rs. Mas, tirando isso, eu sigo tentando. Um passo de cada vez.


Enfrentar o medo vira repertório

Medo e ansiedade, depois de enfrentados, viram experiência. Viram história. Viram ferramentas para os próximos desafios.


Um beijo carinhoso e até breve! Carolina

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© 2025 por Psicóloga Carolina Huck  CRP12/10442

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